Notas sobre Duchamp

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[Trabalho entregue para a disciplina de História da Arte Contemporâna, pelo Mestrado Integrado em Arquitetura, sob a orientação da Professora Maria Calado, no primeiro semestre do ano 2012-2013.]

Introdução

Este trabalho destina-se a uma investigação do pensamento e do processo de criação de Marcel Duchamp, elencando algumas das obras que demonstram mais fortemente os momentos definidores no seu desenvolvimento e em sua obra como um todo.


Duchamp sempre foi um artista preocupado em criar uma abordagem própria e forte em todos os temas que trabalhou. Tendo sua formação inicial se dado no contexto das vanguardas artísticas do século XX, é interessante observar como desde o princípio ele adotou uma postura apartada de movimentos, estilos e muitas vezes até das próprias ideias difundidas em sua época, mas sempre mantendo-se relevante e pertinente em sua participação na cena artística, muitas vezes até delineando o porvir.

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FIGURA 1 Duchamp visto através de sua obra to be looked at (from the other side of the glass) with one eye, close to, for almost an hour, de 1918. 1952. Dwight eisenhower, revista life.

Duchamp foi um artista que construiu e manteve uma postura de dúvida e experimentalismo durante toda sua obra, o que fez dele um criador paradigmático da construção do que hoje conhecemos como arte contemporânea, sua influência presente no trabalho de incontáveis artistas até hoje.

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Cabeça – Milton Machado no Rio de Janeiro

“Cabeça” é o nome da exposição de Milton Machado, que está rolando no CCBB até 29 de Setembro.

Conhecido por ser um dos grandes artistas contemporâneos brasileiros, a mostra revela obras produzidas ao longo de sua carreira.

Uma exposição muito rica, que reúne mais de 100 obras; entre pinturas,…

(Fonte: geracaoalpha.com.br)

Mark Rothko, Green Over Blue, 1956.
"I’m not an abstractionist. I’m not interested in the relationship of color or form or anything else. I’m interested only in expressing basic human emotions: tragedy, ecstasy, doom, and so on."

Mark Rothko, Green Over Blue, 1956.


"I’m not an abstractionist. I’m not interested in the relationship of color or form or anything else. I’m interested only in expressing basic human emotions: tragedy, ecstasy, doom, and so on."

(Fonte: chordtones, via voltra)